Folklore, oitavo álbum de Taylor Swift, chegou nesta segunda-feira (27) sem aviso prévio, lançado de surpresa no meio do verão do hemisfério norte. O disco foi feito a distância, principalmente com Aaron Dessner, do The National.
A resenha da Pitchfork define o trabalho como um disco de tempo frio, cheio de canções de amor cinematográficas e detalhes ficcionais. A crítica observa que Folklore vai ficar conhecido como o álbum “indie” de Swift, criado num verão solitário.
Depois de anos como cronista em primeira pessoa da música pop, ela usa o estilo próprio para escrever ficção e autoficção, com protagonistas como uma herdeira rebelde e um triângulo amoroso adolescente. Em The Last Great American Dynasty, conta a história de uma figura excêntrica da alta sociedade.
Para a Pitchfork, o disco reafirma algo que sempre foi verdade na carreira dela: a maior força de Swift é a narrativa, a habilidade de composição encontrando a imaginação, enquanto a sonoridade pode mudar desde que esteja ancorada nessa tradição.
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