The Slow Rush, quarto álbum do Tame Impala, saiu nesta sexta-feira (14), cinco anos depois de Currents, o disco que transformou o projeto de Kevin Parker em fenômeno de arenas. A resenha da Pitchfork descreve o novo trabalho como um opus extremamente detalhado, com influências que vão do soul da Filadélfia e do prog rock inicial ao acid house, ao R&B adulto contemporâneo.
O tema central é o tempo, o inimigo eterno dos perfeccionistas. Parker passou meia década lidando com a pressão de suceder um disco que o tornou mais famoso do que imaginava, e o resultado é um álbum que respira em vez de acelerar.
Segundo a resenha, o disco abre mão dos picos de adrenalina, mas mantém composições ricas e cuidadosas. Parker, que domina técnicas de estúdio, constrói os próprios loops em vez de samplear, criando passagens que lembram Daryl Hall e Jimmy Page.
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