Honey, primeiro álbum solo de Robyn em oito anos, saiu nesta quinta-feira (25) e é descrito pela Pitchfork como um disco que se revela aos poucos, com construções discretas e arranjos econômicos.
Segundo a crítica, a obra de Robyn sempre convoca o que há de mais corajoso no ouvinte: sem discurso, ela mostra dignidade na tristeza, jogando a dor na pista de dança e absorvendo o brilho de neon.
A resenha lembra que a cantora sueca prosperou justamente por rejeitar a máquina da música pop, depois de ter sucesso nos anos 1990 com canções de Max Martin. Honey confirma esse caminho, com um controle emocional que só aparece quando o disco avança.
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