Good News, álbum de Megan Thee Stallion, saiu nesta terça-feira (24) e foi feito em meio à pandemia, enquanto a rapper se recuperava de um ferimento à bala. A resenha da Pitchfork descreve um disco que celebra a vida de propósito.
A crítica lembra que a recuperação de um tiro envolve procedimentos duros, com caixas torácicas abertas e cirurgias invasivas, além do trauma emocional de ser uma mulher negra de 25 anos com milhões de pessoas acompanhando cada passo.
Depois de acertar contas em Shots Fired, sobre o mesmo sample que Biggie usou em Who Shot Ya?, ela volta a atenção para assuntos mais urgentes, segundo a resenha. As batidas são brincalhonas e a rapping segue afiada como sempre.
O álbum fecha com a bem-sucedida Savage Remix e com os singles Girls in the Hood e Don't Stop, num final que a crítica descreve como exultante. As faixas anteriores variam entre o sensual, o pronto para coreografia e o grave dos 808.
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