Norman Fucking Rockwell!, quinto álbum de Lana Del Rey, saiu nesta terça-feira (3) e é descrito pela Pitchfork como o ponto mais profundo da carreira dela, um disco elegante e complexo sobre liberdade, transformação e os destroços de estar vivo.
A resenha lembra que, em 2017, a cantora parou de se apresentar diante da bandeira americana. O gesto acompanha a virada do disco, que chega num momento em que a história dos Estados Unidos como a conhecemos está sendo reescrita.
O título remete ao ilustrador Norman Rockwell, que passou 50 anos retratando imagens idílicas da vida americana. Para a crítica, Lana usa esse repertório para revelar a complexidade por baixo da imagem e se firma como uma das maiores compositoras vivas do país.
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