Golden Hour, terceiro álbum de Kacey Musgraves, chegou nesta segunda-feira (2) e é descrito pela Pitchfork como um disco de grandiosidade mística, em que a cantora fala do mundo como se fosse a primeira pessoa a notá-lo.
Segundo a crítica, o álbum entra tão facilmente no ouvido que pode não parecer uma reinvenção total. A compositora do leste do Texas aparece radiante e deslumbrada ao longo das faixas.
Desde Pageant Material, de 2015, a artista de 29 anos mudou de perspectiva, segundo a resenha: houve um disco natalino, uma viagem psicodélica e um casamento no campo. Tudo isso aparece no novo trabalho, que mistura country com pop e clima de descoberta.
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