Dirty Computer, álbum de Janelle Monáe, saiu nesta terça-feira (1) depois de cinco anos sem um disco completo. A resenha da Pitchfork o define como um registro pop singular e jovem, resultado de anos de silêncio e desvio.
A crítica lembra a frase de 2013 em Q.U.E.E.N., quando a cantora dizia que a chamavam de suja por quebrar as regras. Cinco anos depois, o novo álbum retoma essa ideia com uma abertura harmonicamente rica, cheia de sintetizadores brilhantes e guitarras de ritmo.
Para a resenha, o som não se demora na melancolia: entra em um território de exaltação tímida e de devir. É um disco de afirmação, em que a liberdade aparece como tema central.
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