Magdalene, segundo álbum de FKA twigs, saiu nesta sexta-feira (8), quatro anos depois do anterior, e é descrito pela Pitchfork como uma revelação: o melhor trabalho da cantora até aqui.
A resenha lembra que, desde o primeiro clipe, o de Hide, em 2012, a visão dela se impôs como um projeto completo, no qual a abordagem operística dos beats de clube era inseparável da direção de arte. Nos sete anos seguintes, essa linguagem se expandiu.
Em Magdalene, twigs continua introspectiva, mas coloca a voz no centro como condutora de emoção direta, e não apenas como parte de um todo. Segundo a crítica, o disco não está apenas na vanguarda do pop: ocupa uma classe própria.
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