
Utopia, nono álbum de Björk, saiu nesta segunda-feira (27) e é descrito pela Pitchfork como um trabalho profundamente pessoal, cheio de flautas e cantos de pássaros, sobre a descoberta de um romance deslumbrado.
A resenha observa que os clipes de Vulnicura, de 2015, mostravam a artista sozinha em cena, e que a realidade virtual colocava o público ao lado dela. Em Utopia, a solidão dá lugar à tentativa de abrir espaço para outra pessoa.
Segundo a crítica, o disco também é um repúdio a homens violentos e uma oferta generosa de canções de amor, uma após a outra.
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