U.F.O.F., terceiro álbum do Big Thief, saiu nesta segunda-feira (6) e é descrito pela Pitchfork como uma experiência íntima e surreal, um verdadeiro trabalho de excelência do folk feito por um grupo que toca no seu nível mais alto.
A resenha trata o quarteto do Brooklyn como um pequeno ecossistema: o guitarrista Buck Meek, o baixista Max Oleartchik, o baterista James Krivchenia e Adrianne Lenker, a voz e o oxigênio da banda. É esse entrosamento que sustenta o disco.
O mistério do álbum vem em parte dos versos solitários e elípticos de Lenker, comparados pela crítica a uma Emily Dickinson que tivesse pegado emprestado um disco de Joni Mitchell. A escuridão dos dois primeiros trabalhos dá lugar a algo mais fantástico e alienígena.
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