All Mirrors, quinto álbum de Angel Olsen, saiu nesta sexta-feira (4) com canções ampliadas por uma seção de 12 instrumentos de corda. A resenha da Pitchfork descreve gestos grandiosos sobre romance, autenticidade e sobre estar simplesmente à mercê do que se sente.
Segundo a crítica, as músicas nasceram em Anacortes, onde amor e, por consequência, a identidade da artista se tornaram uma ilusão. O que chegou ao disco são perguntas perplexas sobre por que ela suprimiria as próprias necessidades e por que negaria o que estava vivendo.
Meses depois de concluir aquelas sessões, Olsen gravou uma segunda versão do álbum, com arranjos de cordas de Ben Babbitt e Jherek Bischoff e produção de John Congleton. O resultado é o disco que o público ouve, mais expansivo do que as versões iniciais.
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