
Melodrama, segundo álbum de Lorde, saiu nesta sexta-feira (16) e é descrito pela Pitchfork como um estudo magistral sobre ser uma jovem mulher, num disco pop elegante e úmido, cheio de luto e hedonismo.
A cantora, que assina como Ella Yelich-O'Connor, tinha 20 anos quando lançou o álbum e deixa a adolescência com graça. Segundo a crítica, aquele período formativo é um terreno complicado para garotas, e o disco encara isso de frente.
A resenha cita Supercut para mostrar como a cantora captura emoções como ninguém, transformando a palavra “fluorescente” numa descrição perfeita de primeiro amor. A produção foi feita com cuidado e sabedoria, segundo o texto.
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